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Colônia
de pescadores realiza feira de Pirarucu manejada
O pirarucu (Arapaima gigas) é
um dos maiores peixes de água doce com
escama do mundo, devido o sabor bastante apreciado
na cultura nortista a espécie vem sofrendo
ao longo da história com a pesca descontrolada
que quase levou a espécie à extinção.
No Amazonas a pesca
do pirarucu é proibida o ano todo, além
do defeso nacional da espécie, que vai
do dia 1º de Dezembro até o 31 de
maio, ainda existe o defeso estadual, entre os
dias 1º de Junho e 30 de Novembro. Em função
disso, a pesca da espécie no estado só
pode ser feita em Unidades de Conservação,
Reservas de Uso Sustentável ou ainda onde
existam acordos de pesca.
Em Tefé a
Colônia de Pescadores Z-4 mantêm através
de uma acordo de pesca na Reserva Amanã
um trabalho de manejo com o Pirarucu. Neste ano
foram capturados quase 700 animais que de acordo
com a colônia de pescadores foram distribuídos
para serem comercializados da seguinte maneira:
61 na feira de manejo em Tefé, 12 em Alvarães
e o restante foram destinados a uma grande rede
de Super-Mercados da capital.
Segundo a Diretora
de Desenvolvimento e Manejo da Colônia Ana
Cláudia Torres o recurso arrecadado com
a venda do pirarucu será destinado aos
pescadores conforme o seu trabalho prestado na
vigilância do complexo de lagos do Pantaleão,
onde é realizado o trabalho de manejo do
Pirarucu.
Durante toda a feira
uma equipe do IBAMA emitiu Guias de Transporte
para quem queria levar o pescado para fora do
município de Tefé, isso fez com
que muitas pessoas comprassem o pescado para enviar
para familiares em outras cidades.
Segundo a Analista Ambiental Cristina Ísis
Buck Silva, o IBAMA apóia esse tipo de
atividade porque acredita que ela contribui com
a diminuição do comercio ilegal
da espécie que existe e é muito
difícil de combater.
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Moto
faz mais uma vítima em Tefé
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O
domingo de 26 de outubro de 2008 será sempre
lembrado por muitos brasileiros pelo segundo turno
das eleições municipais. Em Tefé,
porém, o dia será sempre lembrado
com tristeza e dor.
Apaixonado por Motocross,
Wellington Medeiros Rodrigues, nasceu em 30 de
julho de 1979, filho de Jovenil Rodrigues do Carmo
e Valdeci Medeiros Rodrigues, Elinho como era
chamado pelos amigos, morreu de forma trágica
ao se envolver sozinho em um acidente na Estrada
do Aeroporto, nas imediações da
16ª Brigada, no sentido aeroporto/centro.
Depois de bater com a cabeça na quina de
um porte de iluminação, ele sofreu
uma forte lesão na caixa craniana, tendo
morte instantânea. Na plenitude dos seus
29 anos, Elinho foi mais uma vítima para
engrossar as estatísticas de óbitos
por acidente de moto sem o uso do capacete. Entre
especulações de que o condutor teria
cochilado, o pneu estourado ou ainda que ele teria
perdido o controle da moto, a única coisa
que se tem como certo é a morte da vítima.
Embora não se possa dizer que o capacete
pudesse evitar o seu óbito, é certo
dizer que Elinho costumava usar o acessório
de segurança. Para tristeza de todos, justamente
no dia em que sofreria o pior acidente de sua
vida estava sem o capacete.
Da triste estatística
de acidentes graves envolvendo motocicletas pode-se
concluir que para acontecer o pior não
existe necessariamente uma distância grande
ou pequena, muita ou pouca velocidade, mas é
sempre recomendável o uso do capacete.
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